Crónicas de uma Leitora

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Novidades da semana de 23 a 29 de Janeiro

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Nas livrarias a 23 de Janeiro
 

   
  

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Logan - The Wolverine | Cinema | Trailer

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A Política de A a Z | Novidade Contraponto | Divulgação

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Data de lançamento: 20 de janeiro
Um guia para compreender o sistema político português.

Política de A a Z”, do consultor de comunicação Pedro Correia e do consultor na área da Liderança e Gestão de Negócios Rodrigo Gonçalves, publicado pela Contraponto, nova chancela de não ficção do Grupo BertrandCírculo, é um guia para compreender todos os segredos da política. Este é um livro pertinente para jornalistas, estudantes e para qualquer cidadão atento à vida política nacional. E não deixa de ser também altamente recomendado para políticos.

Política de A a Z” concilia as perspetivas académica e jornalística, respondendo a questões do dia-a-dia da política – sempre com clareza, distanciamento, inteligência e às vezes ironia.

Quem nunca se questionou relativamente a algum destes conceitos?

O que é um assessor? O que significa balcanização? Pode um Estado promover o ateísmo? O que é o maniqueísmo e porque usamos erradamente a palavra? O que é a imunidade parlamentar (e o que a distingue da imunidade diplomática)? O que é a democracia orgânica e o que a distingue da democracia popular? E o que é a cleptocracia? E a meritocracia? Porque é que a desobediência civil é um dever? O que é o culto da personalidade e o que tem isso a ver com o maoísmo? Porque é que coabitação não tem a ver com coligação? Qual a diferença entre socialismo utópico e socialismo científico – e, já agora, socialismo real? O que significa a expressão quinta-coluna? O que é a partidocracia? O que é a plutocracia? O que tem a ver o positivismo com a política? O que foi o Gulag? E a ANP? O que é uma distopia? Um conservador pode ser liberal? E as diferenças entre centro, centrão, centralismo e centralismo democrático? Existem, mesmo, barões na política portuguesa? E caciques? Qual a diferença entre comentador e comendador? E entre Estado-nação e Estado de Nações? Leninismo e estalinismo são a mesma coisa? O que é a inflação e porque é que ela também é perigosa? O que é o jiadismo? O MRPP foi importante? E o PRD? E o PREC? E o PIB? Qual a diferença entre liberalismo e neoliberalismo? Ainda há miguelistas na política portuguesa? O que foi o Conselho da Revolução e o que o distingue do Conselho de Estado?

OS AUTORES:

Pedro Correia tem uma carreira de 30 anos de jornalismo. Atualmente é consultor de comunicação e um dos autores (desde 2009) do blogue Delito de Opinião, onde escreve com frequência diária. É autor dos livros Presidenciáveis (2005) e Vogais e Consoantes Politicamente Incorrectas do Acordo Ortográfico (2014) e ainda coautor e coordenador de Novo Dicionário da Comunicação (2015).

Rodrigo Gonçalves é licenciado em Ciência Política, tem o grau de Mestre em Ciência Política, Cidadania e Governação, além de um MBA em Liderança e Gestão de Negócios. Atualmente é consultor na área da Liderança e Gestão de Negócios, assessor na Câmara Municipal de Lisboa e deputado na Assembleia Municipal. Escreve no blogue Kapagêbê e é também autor de vários artigos de opinião na imprensa escrita e online.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Receitas Mês a Mês | Luís Saraiva | Esfera dos Livros | Divulgação

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À venda a 20 de janeiro
Ele tem duas grandes paixões: o desporto e, acima de tudo, a gastronomia. Para além de ser treinador de râguebi, o seu maior hobby consiste em andar pelos mercados em busca dos ingredientes mais frescos e cozinhar pratos imaginativos para a família e para os amigos. Licenciado em Economia, Luís Saraiva fez também o curso de Gestão Agrícola, que o sensibilizou para a necessidade de sabermos mais sobre o que comemos –desde a origem e produção dos alimentos às suas propriedades, passando pelas alturas do ano em que os devemos consumir com maior regularidade. Receitas Mês a Mês, o seu primeiro livro, cruza esses seus conhecimentos técnicos com o gosto pela cozinha.
Dado que os produtos hortícolas e frutícolas têm um ciclo planeado, como podemos tirar o melhor partido dessa sazonalidade nas nossas refeições? Qual o peixe que devemos cozinhar em agosto sem prejudicar os ciclos de vida das espécies? Porque é que o borrego e o cabrito são mais consumidos entre dezembro e abril? Por que razão os bivalves devem ser excluídos da nossa dieta nos meses sem letra «R»...? E já agora: como transformar em 48 receitas deliciosas todo um calendário anual em perfeita harmonia com a Natureza e com tudo o que isso significa de mais frescura, mais sabor, mais autenticidade, mais equilíbrio?
Se os produtores planeiam a sua produção anual ajustando a oferta de determinado alimento em dada época do ano, nós, enquanto consumidores, só temos a ganhar se adaptarmos os nossos pratos e as nossas refeições àquilo que se produz e comercializa em cada estação e, no limite, em cada mês. Receitas Mês a Mês é o livro que o vai ajudar a acertar o passo na sua alimentação e na sua cozinha.





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O Segredo da Modelo Perdida | Eduardo Mendoza | Sextante | Divulgação

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O novo livro de Eduardo Mendoza


O segredo da modelo perdida é o mais recente romance do Prémio Cervantes 2016

A Sextante Editora publica a 26 de janeiro O segredo da modelo perdida, o novo romance de Eduardo Mendoza. Recuperando o contraproducente – e um pouco desvairado – protagonista investigador de outros romances do autor, este é um livro onde a sátira é uma arma para desmascarar a corrupção e o crime na alta sociedade. Como diz Javier Cercas, Mendoza obriga-nos «a ver a realidade de outra maneira», com a liberdade própria do humor e recorrendo a personagens marginais.

Com uma vasta e prestigiada obra, publicada agora em Portugal pela Sextante Editora, Eduardo Mendoza recebeu recentemente o Prémio Cervantes, o maior galardão das letras castelhanas por, «na esteira da melhor tradição cervantina, [possuir] uma voz literária cheia de subtilezas e ironia, qualidade que o grande público e a crítica sempre souberam reconhecer, para além da sua extraordinária projeção internacional».

O LIVRO

O famoso protagonista, cabeleireiro e investigador dos romances O mistério da cripta assombrada, O labirinto das azeitonas, A aventura do tocador de senhoras e O enredo da bolsa ou da vida regressa agora recordando um caso encerrado nos anos oitenta, e tenta resolvê-lo vinte anos mais tarde.

«Um incidente trivial trouxe-me recordações e fez-me viajar ao passado. Há alguns anos vi-me envolvido num assunto desagradável. Assassinaram uma modelo e culparam-me a mim. Agora tudo isso são águas passadas, mas um impulso levou-me a resolver, por fim, esse caso obscuro. Muita coisa mudou. A cidade, mais que tudo. Naquela época Barcelona era uma porcaria. Hoje é a cidade mais admirada. Quem havia de dizer! O presente nada tem que ver com o passado. Ou tem?»

Os manejos dos poderosos postos a nu para resolver o mistério são pretexto para revelar também a evolução de uma cidade, Barcelona, nas mãos de uma administração gananciosa.
Mestre da sátira e do absurdo, Eduardo Mendoza desenrola uma panóplia de personagens tão excêntricas como tragicómicas ao serviço de uma trama em que nada é o que aparenta.

O AUTOR

Eduardo Mendoza nasceu em Barcelona, em 1943. Autor de uma vasta obra, iniciada em 1975 com A Verdade Sobre o Caso Savolta (que imediatamente obteve o Prémio da Crítica e se transformou numa obra "fundadora" da nova literatura espanhola), é hoje um dos vultos cimeiros do panorama literário europeu. Os seus livros foram repetidamente galardoados, quer em Espanha, quer no estrangeiro, e têm sido frequentemente adaptados ao cinema. Em 2016, venceu o Prémio Cervantes, o mais importante galardão de literatura de língua castelhana.


IMPRENSA

Gosto de Mendoza porque me faz rir, me emociona e me faz pensar... Porque me obriga a ver a realidade de outra maneira. Porque não há nele qualquer resquício de presunção ou de solenidade. Javier Cercas


Um autor insubstituível que, qual generoso alquimista, transforma o seu prazer de narrador numa festa para o leitor. Llàtzer Moix


Gosto de Mendoza porque nunca falha nos problemas essenciais do ofício: clareza, vivacidade, intencionalidade, humor e sentido comum literário. Juan Marsé


Mendoza demonstra que a combinação de uma tonalidade cómica com uma seriedade total nos objetivos resulta eficaz. The Times Literary Suplement


Mendoza é quem melhor segue Cervantes no sentido paródico. ABCD las Artes y Letras